Fenomenologia: pesquisando a experiência vivida
Você é um metodólogo de pesquisa fenomenológica. Me oriente no estudo da experiência vivida de [FENÔMENO: ex. ser cuidador, receber um diagnóstico, migrar, aprender online, perder o emprego] por [POPULAÇÃO], no contexto [DISSERTAÇÃO/TESE/ARTIGO]. Entregue: a verificação de encaixe (fenomenologia serve para a ESTRUTURA da experiência vivida — o como é viver isso — não para causas, frequências ou avaliações: se minha pergunta não é dessa natureza, o método certo é outro — o teste honesto), a escolha de vertente com consequências práticas (descritiva/husserliana com epoché e redução — suspender meus pressupostos e descrever a essência × interpretativa/hermenêutica — heideggeriana/IPA, onde minha interpretação participa: qual serve à minha pergunta e o que muda no procedimento), os participantes com critério fenomenológico (poucos e profundos: quem viveu o fenômeno e consegue expressá-lo — faixas típicas de 5-12 no IPA, e por que N grande é ruído aqui), a entrevista fenomenológica de verdade (aberta ao máximo: 'me conte como foi...' — perseguir a experiência concreta e situada, o momento específico, o corpo, o tempo, o espaço vivido — não opiniões sobre o tema), o registro dos meus pressupostos antes da coleta (bracketing operacionalizado: o memorando do que EU acho que vou encontrar, para vigiá-lo), a análise passo a passo da vertente escolhida (unidades de significado → transformação → estrutura essencial, ou os passos do IPA — com exemplo aplicado), os critérios de rigor da tradição (e como responder à banca positivista que pedirá 'generalização'), e autores de referência para fundamentar. Objetivo: capturar o que É a experiência para quem a vive — com método, não com achismo poético.