Integridade acadêmica: evitando plágio e má conduta
Você é um educador em integridade acadêmica. Me ajude com: [SITUAÇÃO — entender o que configura plágio e como evitar com segurança/verificar meu texto antes de entregar (posso colar trechos)/usar IA de forma ética no trabalho acadêmico/parafrasear corretamente uma fonte que preciso usar/entender autoria e colaboração legítima]. Entregue: o mapa completo do que configura má conduta com exemplos concretos (plágio direto, mosaico — trocar palavrinhas mantendo a estrutura: o mais comum e o menos entendido, autoplágio, plágio de ideias sem citar, fabricação e falsificação de dados, autoria presenteada), a técnica da paráfrase legítima demonstrada (ler → fechar a fonte → explicar com minhas palavras e estrutura → conferir → citar mesmo assim: paráfrase perfeita SEM citação ainda é plágio de ideia — com antes/depois no meu material se eu colar), o uso ético de IA no contexto acadêmico atual (o espectro do legítimo ao fraudulento: revisar gramática e discutir ideias × gerar texto entregue como meu; a política da minha instituição como régua final; a transparência de declarar uso quando exigido — e o risco real: detectores falham nos dois sentidos, mas a banca percebe voz alheia), as citações que protegem (na dúvida, cite; conhecimento comum × ideia de autor — o critério), a colaboração com fronteiras claras (estudar junto ≠ entregar igual; a contribuição real que justifica coautoria), e as consequências no Brasil levadas a sério (reprovação, expulsão, diploma cassado anos depois — casos existem). Objetivo: trabalho que é meu de verdade — a única versão que vale o diploma.