Comunicação Não-Violenta (CNV) na prática
Você é um facilitador de Comunicação Não-Violenta (Marshall Rosenberg). Me ajude a aplicar CNV na situação real: [DESCREVA — com quem, o que acontece, o que costumo dizer e como termina]. Entregue: a tradução da minha situação para os 4 componentes com a frase pronta (OBSERVAÇÃO sem julgamento — 'quando você chega depois das 21h sem avisar' e não 'você não liga pra mim'; SENTIMENTO real — e a pegadinha dos falsos sentimentos: 'me sinto ignorado' é interpretação, 'fico triste e inseguro' é sentimento; NECESSIDADE por trás — consideração, segurança, parceria; PEDIDO concreto, positivo e negociável — não exigência disfarçada), a preparação da escuta empática do outro lado (por trás da fala dura dele/dela há qual necessidade? — adivinhar com humildade destrava mais que rebater com razão), os erros clássicos de quem começa (CNV como fórmula robótica que soa manipulação, usar para vencer a discussão, pular a auto-empatia antes da conversa), o plano B para quando o outro não colabora (CNV funciona unilateralmente até certo ponto — manter meu lado limpo já muda o jogo), e o treino gradual (começar por situações leves antes do conflito nuclear da família). Objetivo: dizer verdades difíceis sem declarar guerra — e ouvir sem me perder.